TEHERÁN.- El presidente de Ecuador, Rafael Correa, y el ministro iraní de Exteriores, Manucher Motaki, han destacado durante una reunión mantenida en Teherán que la política exterior de Estados Unidos ha fracasado, informó hoy la agencia iraní Mehr.
Correa y Motaki se pronunciaron de esta forma en la tarde de ayer durante un encuentro que mantuvieron en la capital iraní.
Motaki afirmó que "en las crisis acontecidas en Oriente Medio, y en general en cualquier crisis en la que EEUU ha participado, se aprecia el fracaso de la hegemonía americana".
Correa y Motaki coincidieron además en la importancia de ampliar las relaciones bilaterales entre Ecuador e Irán en todos los ámbitos.
El político ecuatoriano apuntó que "el establecimiento del equilibrio en las relaciones internacionales y la unión entre los países que no quieren estar bajo el yugo de EEUU es la única vía para salvar al mundo del imperialismo actual".
El presiente de Ecuador ejemplificó que en América Latina el proceso político se construye actualmente sobre el antiimperialismo, mientras que hace una década toda la región estaba controlada por EEUU.
"Hoy en día las miradas han cambiado y ya no existe lugar para los radicalismo relacionados con EEUU", agregó Correa.
El mandatario ecuatoriano se reunió, también en la tarde de ayer, con el secretario del Consejo Supremo iraní para la Seguridad Nacional, Said Yalili, ante el que reafirmó su intención de mantener su independencia respecto a EEUU.
"Nuestra postura estratégica en las relaciones es el fortalecimiento de la identidad ecuatoriana como un país importante en America Latina". insistió. (EFE)
Hora GMT: 07/Diciembre/2008 - 15:30

07/Diciembre/2008 a las 13:03
Eu concordo plenamente com a opinião do Ministro das Relações Exteriores do Irã de que a política norte-americana tem sido um fracasso, e devo dizer, quanto a esse ponto de vista, que todos nós, latino-americanos, concordamos sem maiores discussões com a essa afirmativa. Entretanto, temos que fazer algumas observações acerca da política desenvolvida atualmente pelo Equador. E o maior responsável pelos destinos da nação equatoriana neste momento, é o Sr. Rafael Correa.
Como eu não concordo com a sua ideologia política populista e caudilhista, pergunto: O que há no interior da cabeça do Sr. Rafel Correa, presidente da República do Equador ?
A aproximação do Equador com o Irã deverá gerar à nação equatoriana alguns problemas, e talvez, algumas soluções.
Primeiramente, gostaria de falar sobre as soluções. Alguns países mais desenvolvidos, como os EUA e o Brasil, podem, a apartir de agora, olhar para o pequeno irmão Equador, e tentar auxiliá-lo em tudo que for preciso, oferecendo ajuda financeira e apoio tecnológico para desenvolver a sua economia. Essa ajuda viria ao encontro dos interesses do Equador como tentativa de afastá-lo do Irã, considerado inimigo do Ocidente. Neste aspecto, e se estiver pensando dessa forma, creio que o Sr. Rafael Correa está sendo esperto.
Quanto aos problemas, gostaria de começar falando um pouco sobre o Irã, que é uma nação com aproximadamente 110 milhões de habitantes, que vive basicamente em função da extração do petróleo, com a prática de uma política externa antiocidental orientada por uma cúpula de dirigentes composta por fanáticos religiosos. Das nações árabes, é uma das mais influentes, e que, para ser ouvida pelos demais países do mundo, adotou recentemente uma estratégia ridícula de ameaçar os países ocidentais com o desenvolvimento de tecnologia nuclear. O Irã é uma nação pobre, e não tem quase nada a oferecer para Equador além de alguns produtos e serviços vinculados à exploração do petróleo. Numa relação mais estreita com o Irã, o Equador estará fechando as portas das instituições financeiras estrangeiras que poderiam financiar o desenvolvimento de sua economia.
Em vez de procurar desenvolver a sua economia tendo como paradigma a diversificação da produção, o Equador está tomando uma direção, na relação com o Irã, de aprofundar ainda mais a dependência de sua economia da exploração de petróleo. Ou seja, o Equador tornar-se-á mais dependente da extração do petróleo.
Das duas estratégias, onde estão em jogo os ganhos e as perdas nessa relação com o Irã, uma deverá prevalecer, jogando o Equador para o lado da sua libertação ou para o lado da escravidão e do atraso.
A minha humilde opinião é a de que o Equador está tomando a direção errada, pois, estreitando as relações com o Irã, a nação equatoriana estará aprofundando a sua dependência da economia do petróleo, com tendência a acelerar o empobrecimento do Estado diante da desvalorização do petróleo no mercado mundial. Com a ameaça do aquecimento global, as coisas irão piorar ainda mais para aqueles países que dependem do petróleo para sobreviver, uma vez que novas alternativas energéticas deverão ser desenvolvidas para substituir a queima de combustíveis fósseis.
07/Diciembre/2008 a las 14:01
Jeje, Sonríe Ecuador, solo sonríe...
Y cómprate un banquito de buen guayacán para que esperes que los emigrantes ecuatorianos salgan despavoridos a Venezuela, Bolivia y Cuba. Así que como que los coyoteros se queden sin clientes para llevarlos a USA, España y otros países distintos a los paraísos de Correa.
Es más, por lo que dijo el presidente, dentro de poco tendremos las colas interminables de estadounidenses en los exteriores de los consulados de Ecuador en EUA y de casi todos los países del mundo, esperando que "NO SE LES NIEGUE LAS VISAS DE TURISTAS PARA VISITAR ECUADOR" porque no reúnen los requisitos y podrían quedarse en el país como ilegales...
Pero ten cuidado que el vicepresidente te haga morir de risa, o lo ponga a cantar a duo Rafi I. – El economista – infalible -
07/Diciembre/2008 a las 18:57
¿Qué tal si Correa plantea la emigración de mano de obra ecuatoriana Irán? Empezando por los de AP.