Opinión de HOY
Centenares de maestros se movilizaron anteayer en diversas ciudades para presionar al Gobierno por otra alza al salario mínimo docente y la derogatoria del Decreto 1406 que elimina la jubilación patronal.
Una permanente bandera de lucha del gremio ha sido el alza de las remuneraciones. Estas han mejorado, pero queda aún un largo trecho por recorrer para cumplir, en este plano, uno de los mandatos del Plan Decenal para la Educación aprobado en consulta popular: revalorizar la función docente.
El incremento salarial que pueda financiar el Estado para mejorar las remuneraciones de los profesores debería estar ligado a una reforma del escalafón docente en el que pesa ahora de forma casi exclusiva la antigüedad para mejorar el salario de los profesores. Partiendo de un salario mínimo aceptable, las remuneraciones deben estar subordinadas a la evaluación del desempeño docente; la excelencia en este desempeño tiene que premiarse con una mejor remuneración.
No existe en la educación pública un sistema de evaluación: da lo mismo ser buen o mal profesor; en el plano de las remuneraciones, no hay incentivos para mejorar el desempeño docente. Los incrementos deberían depender de la aplicación de la evaluación a los profesores, lo que sería una forma de rendir cuentas a la sociedad por la función docente.
Hora GMT: 30/Noviembre/2008 - 05:13














30/Noviembre/2008 a las 05:01
Pelo que li nesta reportagem, percebi que a educação no Equador anda também enfrentando grandes dificuldades, a começar pelos baixos salários dos professores. A idéia de conceder gratificações ou outros tipos de incentivos a fim de incentivar o aperfeiçoamento dos docentes é uma excelente idéia. Tal ação foi colocada em prática no ensino superior público brasileiro, o que gerou uma conseqüente melhora na qualidade do ensino superior público brasileiro.
Por outro lado, a educação pública nos níveis fundamental e médio aqui no Brasil passa por uma fase de total descrédito. A classe média brasileira jamais colocaria seus filhos em escolas públicas, nas quais podemos constatar professores desmotivados, alunos mal preparados, instalações precárias, e onde ultimamente têm imperado a violência promovida por adolescentes. As escolas públicas das periferias das grandes cidades, então, estão totalmente abandonadas, e às vezes, ficam a mercê das ações dos bandidos que dominam os bairros mais pobres.
Os problemas políticos, econômicos e sociais encontrados nos países integrantes da América do Sul são muito parecidos, o que reforça a idéia de que nós temos uma identidade comum. Ações integradas deveriam ser politicamente planejadas, executadas, controladas e fiscalizadas por órgãos criados pela União das Nações Sul-Americanas (UNASUL), a exemplo do Conselho de Defesa da Unasul, criado em maio deste ano, mas para isso, as ideologias deveriam ser convergidas para um eixo central, uma vez que podemos perceber uma divisão clara entre dois blocos ideologicamente opostos: a Alternativa Bolivariana para as Américas e a União das Républicas Bolivarianas, ambas (com participação ou simpatia da Venezuela, Bolívia, Equador e Paraguai), com objetivos socialistas; e outro bloco, composto por países como o Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia, que se afastaram da ideologia socialista para convergirem para as suas ações na direção do mercado internacional.
É essencial, então, que haja uma convergência de ideologias para possibilitar a integração sul-americana das nações, a fim de serem adotadas políticas comuns para os povos dos países do continente.