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Gobierno abre nuevo impasse con Brasil

Publicado el 22/Noviembre/2008 | 00:10

El Gobierno inició un juicio para no pagar el préstamo de $320 millones con el BNDES, por considerarlo ilegal

El canciller brasileño, Celso Amorim (dcha.), dialoga con el ministro de Energía Edson Lobao, en São Paulo

El Gobierno del Brasil decidió llamar a consultas a su embajador en el Ecuador, Antonino Marques Porto, tras la decisión del Régimen de Rafael Correa de someter a un arbitraje el pago del crédito otorgado por el Banco brasileño de Desarrollo Económico y Social (BNDES) a la empresa Odebrecht, encargada de construir la hidroeléctrica de San Francisco.

La decisión responde a una de las recomendaciones hechas por la Comisión Auditora de la deuda, según la cual existen "serias irregularidades en la renegociación del débito".

En la demanda ante la Cámara de Comercio Internacional (CCI) en París, el Ecuador pide la nulidad del contrato de crédito suscrito con el BNDES, de la cláusula que determina la capitalización de los intereses y la invalidación de los cobrados por este concepto.

Esta decisión llevará a examinar la cooperación de su país con el Ecuador, dijo ayer el canciller brasileño, Celso Amorim, tras leer el comunicado oficial: "El Gobierno brasileño recibió con preocupación la noticia de la decisión del Gobierno ecuatoriano de iniciar un juicio arbitral ... con miras a suspender el pago de la deuda".

Además, lamenta que la resolución "haya sido anunciada en un evento público sin plena consulta o notificación", lo cual "no corresponde al espíritu de diálogo, amistad y de cooperación de las relaciones entre el Brasil y el Ecuador", agregó el comunicado.

El Gobierno de Correa cuestiona una deuda de $243 millones contraída por Ecuador a través del estatal Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES) para la construcción de la hidroeléctrica que fue inaugurada en junio de 2007 y presentó fallas estructurales hasta dejar de funcionar un año después.

"El BNDES se pronunciará sobre las alegaciones hechas por el Gobierno ecuatoriano sobre el contrato de financiación", según la Cancillería.

Los préstamos de este tipo son otorgados por el BNDES para la financiación de exportaciones de bienes y servicios de empresas brasileñas con operaciones en el exterior. (GC-EFE)

Correa revisa los convenios internacionales

El presidente Correa se reunió ayer con un grupo de embajadores, delegados de los seis ministerios coordinadores y funcionarios de varias entidades del Estado, para revisar los convenios internacionales firmados por el Ecuador.

Entre los diplomáticos estuvieron los embajadores en Argentina, Brasil, Chile, China, Indonesia, México, Uruguay, Venezuela y Perú. También estuvo la canciller.

Según un comunicado oficial, se realizó una evaluación y seguimiento de los convenios y demás instrumentos suscritos en visitas oficiales del primer mandatario desde 2007.

El primer mandatario solicitó resultados de todos los documentos firmados y pidió que, a futuro, antes de cualquier visita oficial, se analice la verdadera viabilidad de los acuerdos. (AIV)

Hora GMT: 22/Noviembre/2008 - 05:10



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hoyenlinea - en Diario HOY - Noticias de Ecuador.

Comentarios

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  1. 1 Athos desde - Rio de Janeiro

    O Brasil tem mais é que abandonar Equador, Bolívia,Venezuela e Paraguai ( os bobos bolivarianos que vão morrer de fome logo)
    Paises que ainda merecem respeito para o Brasil, são Argentina, Chile, Peru , Uruguai e Colômbia.

  2. 1 Athos desde - Rio de Janeiro

    O Brasil tem mais é que abandonar Equador, Bolívia,Venezuela e Paraguai ( os bobos bolivarianos que vão morrer de fome logo)
    Paises que ainda merecem respeito para o Brasil, são Argentina, Chile, Peru , Uruguai e Colômbia.

  3. 1 machado desde - Salvador

    Lamentável.
    Eu que desejava viajar ao Equador.
    esses políticos não se entedem.

  4. 1 alexandre desde - fpolis

    "Foram cumpridas, rigorosamente, todas as exigências previstas pela legislação brasileira e equatoriana, tendo sido, inclusive, o referido contrato aprovado pelo Congresso Nacional do Equador. A legalidade e exigibilidade das condições contratuais foram atestadas em pareceres favoráveis da Procuradoria Geral da República do Equador e integralmente autorizadas pelo Banco Central da República do Equador", disse o BNDES em comunicado.
    Sem mais comentários........

  5. 1 João Pereira desde - João Pessoa - Brasil

    Para nosotros brasileños no tener Equador en nivel de País hermano es nadia. Pero para Ecuador seria mucho important que Brasil caminasse a su lado.

  6. 1 Luiz Lopes desde - Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

    O senhor Rafael Correa acaba de tomar mais uma decisão que ilustra muito bem a sua inexperiência política para comandar um país tão importante na América do Sul como o Equador. As conseqüências dos seus atos precipitados deverão ser exponencialmente multiplicadas, que certamente irão trazer num futuro muito próximo prejuízos enomes para o povo equatoriano. Os sinais revelados pela atual crise econômica e financeira mundial são desanimadores, e são muito mais preocupantes para o Equador, que depende sobremaneira do mercado do petróleo, que está em queda no momento. Com as receitas em queda, o governo equatoriano deveria ter adotado outras medidas com o objetivo de reduzir as despesas do Estado, e uma saída louvável para o problema do pagamento da dívida com o BNDES poderia ser através da sua renegociação, de forma a evitar obstáulos a novos investimentos estrangeiros e a ao rótulo do "mal pagador". Quem sairá perdendo perdendo? O povo equatoriano, certamente, principalmente os cidadãos mais necessitados.

  7. 1 Paulo Cezar Ribeiro desde - Rio de Janeiro

    Ilustres Jornalistas,
    Lamento profundamente que a demagogia dos presidentes eleitos democraticamente na Venezuela, na Bolívia, no Paraguai e no Equador ofusque o despertar da consciência poítica de seus respectivos povos.
    Antigamente o vilão eram os Estados Unidos. Agora, o império é o Brasil. Tudo para que seus primeiros mandatários se consolidem no poder. Numa época em que os países sul-americanos deveriam marchar juntos em busca de melhores dias, aqueles presidentes, irresponsavelmente, mentem para seus povos e tentam culpar o Brasil pela sua própria incompetência. O próximo aventureiro será o Lugo, que deverá ser rechaçado imediatamente antes que tome ações prejudiciais ao Paraguai.
    O Brasil tem tradição de paz, e, neste caso, o Equador tem muito mais a perder do nós.
    A imprensa equatoriana não deve seguir os passos da mídia paraguaia, que incita o povo contra nós, brasileiros.
    Uma reflexão profunda e maior responsabilidade farão bem ao presidente Correa.
    Atenciosamente,
    Paulo Cezar Ribeiro

  8. 1 Fabian desde - Stamford

    Construyen una central hidroelectrica que no funciona, y ahora hay que ser diplomaticos para que no se enojen, o para no quedar mal internacionalmente, Entonces el mensaje seria, vengan al Ecuador, construyan "elefantes blancos", llevense nuestro dinero que nosotros vamos a ser muy diplomaticos, o mejor decir al gobierno de Brasil.... DISCULPEN POR RECLAMAR.
    LULA es victima de su propio exito, por eso no es capaz de tomar una decision correcta con respecto a este lio, ya que tiene que proteger intereses de su pais.
    Esa obra va a quedar alli como un monumento a la ineptitud de esta empresa brasilera.
    Se reclamo a esta empresa, pero ignoraron el reclamo y no mostraron la cara a su debido tiempo. Pienso que se demostro la diplomacia necesaria, pero huyeron del pais y no enfrentaron sus responsabilidades.

  9. 1 ALENCAR desde - SALVADOR,BRASIL

    Prezado Sr. Fabian,

    O Estado do Equador, por meio de seus órgãos competentes e isentos, jamais instaurou o devido processo legal para apurar responsabilidades pelos problemas verificados na fase de operação da hidrelétrica de San Francisco,oferecendo chance de defesa à empresa brasileira e a seus funcionários.Deve-se enfatizar que a mesma empresa realizou os reparos na obra, restabelecendo o funcionamento da hidrelétrica, pelo que fica demonstrado não se tratar de construção de um elefante branco.Se se tornar um elefante branco, dever-se-á unicamente a incapacidade operacional do governo equatoriano.Como não se investigou as causas dos problemas, por que se concluir que se relacionam a falhas cometidas pela empresa? Nunca é dito,mas se deve dizer e repetir, que a empresa executou um projeto todo ele traçado e estabelecido pelo governo equatoriano. Qual a participação do governo e de seus técnicos nos erros totais ou parciais do projeto? O que se reclama , Sr. Fabian, é o respeito à democracia, ora agredida pelo presidente Correa e seus asseclas, porque não encontraram os limites legais indispensáveis à condução dos negócios públicos , dignos de assim serem chamados porque afetos a uma verdadeira república.Fica o povo do Equador menos informado do que se passa na administração de seu governo,deixando-se envolver por um presidente arrivista que finge defender o interesse do povo, enquanto o afunda na ignorância. Tampouco, quer-se tirar do Equador o direito de defesa de seus interesses, o que realmente seria desejável é que o governo desse respeitável país fosse bastante maduro para negociar conforme as regras jurisdicionais da comunidade internacional, em vez de sair-se com chicanas as mais deploráveis.Se na questão em curso com o Brasil o governo do Equador tergiversa e faz-se desentendido,põe o Equador numa situação desigual, inferior, em sua relação com o Brasil, o que é muito ruim para o Brasil, que precisa de parceiros fortes, em igualdade de condições.

  10. 1 ALENCAR desde - SALVADOR,BRASIL

    Prezado Sr. Fabian,

    O Estado do Equador, por meio de seus órgãos competentes e isentos, jamais instaurou o devido processo legal para apurar responsabilidades pelos problemas verificados na fase de operação da hidrelétrica de San Francisco,oferecendo chance de defesa à empresa brasileira e a seus funcionários.Deve-se enfatizar que a mesma empresa realizou os reparos na obra, restabelecendo o funcionamento da hidrelétrica, pelo que fica demonstrado não se tratar de construção de um elefante branco.Se se tornar um elefante branco, dever-se-á unicamente a incapacidade operacional do governo equatoriano.Como não se investigou as causas dos problemas, por que se concluir que se relacionam a falhas cometidas pela empresa? Nunca é dito,mas se deve dizer e repetir, que a empresa executou um projeto todo ele traçado e estabelecido pelo governo equatoriano. Qual a participação do governo e de seus técnicos nos erros totais ou parciais do projeto? O que se reclama , Sr. Fabian, é o respeito à democracia, ora agredida pelo presidente Correa e seus asseclas, porque não encontraram os limites legais indispensáveis à condução dos negócios públicos , dignos de assim serem chamados porque afetos a uma verdadeira república.Fica o povo do Equador menos informado do que se passa na administração de seu governo,deixando-se envolver por um presidente arrivista que finge defender o interesse do povo, enquanto o afunda na ignorância. Tampouco, quer-se tirar do Equador o direito de defesa de seus interesses, o que realmente seria desejável é que o governo desse respeitável país fosse bastante maduro para negociar conforme as regras jurisdicionais da comunidade internacional, em vez de sair-se com chicanas as mais deploráveis.Se na questão em curso com o Brasil o governo do Equador tergiversa e faz-se desentendido,põe o Equador numa situação desigual, inferior, em sua relação com o Brasil, o que é muito ruim para o Brasil, que precisa de parceiros fortes, em igualdade de condições.

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